My name is Rodrigo Ferreira Francisco, I am 27 years old, Brazilian, born and raised in Santos and now living in Sydney in Australia.

 

Music has lived in my daily life for a few years. Every day I discover new rhythms, new references, new sounds and because of this I cannot define myself within a "musical style". I think this discussion of musical genre is very subjective but, personally, I believe that music itself is superior to any style.

 

Today I will be more connected to a certain "style" of music and tomorrow with a completely different one.

Subjectivity.

In the end, it is with art that I am connected, making yesterday, today and tomorrow only a trajectory.

 

I prefer it like that: I play what touches me, and what touches me today is a little bit of a lot. I listen to a lot of music with an open mind and without prejudices, trying to override them if they appear in me.

 

I'm a guy in love with life and everything that comes out of it.

 

"Art exists because life is not enough". - Ferreira Gullart

 

And because life is not enough, art becomes my great passion; because it can represent the unrepresentable, fill the impregnable and make me move insatiably in search of more life and consequently more art.

                                                                 

 

 

Meu nome é Rodrigo Ferreira Francisco, tenho 27 anos de idade, brasileiro, nascido e criado em Santos e hoje morando em Sydney na Australia.

 

Vivo com a música presente no meu cotidiano já faz alguns anos. A cada novo dia venho descobrindo novos ritmos, novas referências e cada vez menos sabendo definir em qual “estilo musical” me enquadro. No fundo acho que essa discussão é algo muito subjetivo e acredito que a música em si é superior a qualquer rótulo.

 

Hoje posso estar mais conectado com certo “tipo” de música e amanhã com outro completamente diferente.

Subjetividade.

No final, é com a arte no qual estamos conectados, fazendo o ontem, hoje e amanhã apenas uma trajetória.

Prefiro assim: Toco o que me toca e o que me toca hoje é um pouco de muita coisa. Bebo de muitas fontes, sem carregar preconceitos e tentando derrubá-los caso eles apareçam em mim.

 

Sou um cara apaixonado pela vida e por tudo que se resulta dela. 

 

“A arte existe porque a vida não basta”. - Ferreira Gullart

 

E por a vida não bastar é que a arte se torna minha grande paixão, pois consegue representar o irrepresentável, preencher o impreenchível e me faz mover insaciavelmente em busca de mais vida e consequentemente de mais arte.